Arena Heavy Metal : Notícias Headline Animator

domingo, 17 de agosto de 2008

Mirrorthrone

Origin Switzerland
Genre(s) Symphonic black metal
Instrument(s) vocals, guitars, bass, synthesizer, drum programming
Years active 2000 – present
Label(s) Red Stream Inc.
Associated acts Weeping Birth
Unholy Matrimony
Deafening Loneliness
Accurst Journey
Website mirrorthrone.com

Biografia

Mirrorthrone vir a lume em 2000, criada por Vladimir Cochet, o único membro do homem um projeto. Em finais de 2001 e 2002, dois CD's demo foi gravada, que chamou a atenção do Red Stream Inc. Após a assinatura Red Stream Inc. O primeiro álbum foi Mirrothrone de vento e choro. Foi muito bem recebido pelo metal underground e outros. O seguimento do álbum, Portadoras de poeira seguidos, em 2006, e recebeu ainda mais opiniões positivas. Na sequência da postive feedback para o seu álbum sophomore, Vladimir annonced logo que ele estava preparando um outro álbum, gangrena, a ser lançado em 2008. O álbum foi lançado em 14 de abril de 2008

Controvérsia

A letra de "A Scream para expressar o Ódio de uma Raça" eram frequentemente mal interpretada como sendo racista. Como resultado, Vladimir emitiu a seguinte declaração sobre Mirrorthrone's website:

Esta é uma resposta para a polêmica que está em curso no momento da Internet. Não, Mirrorthrone NÃO é racista, nazista, orgulho branco ou o que você chamá-lo. A letra da canção "A Scream para expressar o Ódio de uma Raça" alvo a raça humana na sua totalidade. Ele ataca o que é chamado o "niilismo" de uma certa forma de sociedade que foi espalhando ao redor do globo, e que envolve o "moral, social, religiosa e científica" paradigmas. Não vou desenvolver mais para o meu objectivo não é o de oferecer análise do texto que eu ter escrito; Gostaria apenas de esclarecer a situação. Por favor ler e compreender, pelo menos, um mínimo antes de comentar.

Discografia

* Of Wind and Weeping (Red Stream Inc., 2003)
* Carriers of Dust (2006)
* Gangrene (2008)


UneXpect

Unexpect (frequentemente capitalizados uneXpect, unexpecT, UnexpecT) é uma avant-garde banda de metal extremo de Montreal, Canadá com uma amálgama de diferentes estilos de música, incluindo preto metal, death metal, metal progressivo, heavy metal melódico, europeu música clássica, ópera , Música medieval, música cigana, electro, ambient, ruído, circo música, e de jazz.

O debut álbum da banda, Utopia, foi libertada com independência. A banda só tinha boca a boca e da Internet para o mercado de trabalho. Com unorthodox distribuição e suporte on-line, o álbum vendeu com êxito.


Origin Montreal, Quebec, Canada
Genre(s) Avant-garde extreme metal
Years active 1996 - present
Label(s) The End
Website www.unexpect.com
Members
Syriak
Artagoth
ChaotH
Exod
Leïlindel
Landryx
Blaise Borboën-Léonard
Former members
Le Bateleur
Elda
Zircon
Merzenya
Dasnos


Line-up e de álbuns

Desde o seu começo em 1996, a banda viu a sua quota de mudanças line-up, uma vez que apenas três membros deste período ainda estão na banda: Artagoth, SyriaK e Exod (que naquela altura era baterista e saiu sob a mente de Lunorin) . Unexpect então gravou um álbum inteiro de tamanho intitulado Utopia, em 1998, que foi lançado em 1999. Esta primeira oferta foi criticamente aclamada por muitos países ao redor do mundo, sem qualquer distribuição e com a internet como seu único suporte. Uma nova era para a banda começou com o lançamento de um novo EP intitulado Nós, invasores em novembro de 2003. Este EP, lançado no rótulo Galy Records nos Estados Unidos, causou bastante positiva com a agitar os críticos e introduziu a sua vontade de criar algo diferente do habitual. Eles estão agora assinado com o rótulo eclética O Fim Records e do segundo álbum da banda Flesh Em um aquário foi libertado em 22 de agosto de 2006 na América do Norte. ChaotH introduziu sua marca registrada-9 cordas graves durante um show Galy Records em 4 de junho de 2005.

Tours

Em 2006, terminou sua Unexpect canadenses e E.U. tour com augúrio, com algumas datas também jogando com essas bandas como a recolha ea lula gigante. Eles também tocou com bandas como Sodom, Finntroll, Kataklysm, e Green Cravos. Elas também foram supostamente, aberto para a famosa banda de death metal sueco ensombrecerão Dissecação durante sua última turnê em E.U. BB King's Club na cidade de Nova York, mas o show foi cancelado devido à impossibilidade de obter Dissecção da entrada no país. Unexpect jogado em 3 de setembro o Festival de Música Emergentes Rouyn-Noranda, Abitibi-Témiscamingue. Mais recentemente, a banda tem se abriram para poder agir Sonata Arctica metal e death metal ato do Nilo, bem como a reprodução do Heavy MTL festival em junho 21 2008 junto com o gosta de Overkill, 3 Polegadas de Sangue, mastodonte e Iron Maiden.



Atuais membros

* Syriak (ex-Magister dixit) - vocais, guitarra (1996 -)
* Artagoth - vocais, guitarra (1996 -)
* ChaotH - bass guitar (2001 -)
* Exod - teclados, a recolha de amostras (1997 -)
* Leïlindel - vocais (2001 -)
* Landryx - tambores (2004 -)
* Blaise Borboën-Léonard - violino (2007 -)

Anterior membros

* Le Bateleur - violino (1997-2006)
* Elda - vocais (1997-2001)
* Zircão - bass guitar (1996-2001)
* Merzenya - teclados (1997-2001)
* Dasnos - tambores (2003)
* Anthony Trujillo - tambores (2002)

Lançamentos

* Utopia (1999, a auto-liberados)
* Nós, Invaders EP (2003, Galy Records; distribuídos até ao final Records)
* Em um aquário Flesh (2006, The End Records)

Diablo Swing Orchestra

Diablo Swing Orchestra

Biografia

Diablo Swing Orchestra ou D:S:O é uma banda Sueca de Metal Avant-Garde, formada em 2003.

Recebeu, com seu álbum de estreia, o premio Metal Storm ‘The Biggest Surprise’ em 2006

Abaixo segue uma entrevista com o guitarrista e vocalista Daniel Håkansson, encontrada no site
http://www.gigreports.info/entrevistas/bandas-internacionais/a-conversa-com…-diablo-swing-orchestra.html

Para começar, conta-nos a história da Orchestra original.
Eles eram um grupo de músicos espantosos que hipnotizavam as pessoas de toda a Suécia de 1500 com a sua música. Tudo acabou quando foram tramados pela igreja por um crime que não tinham cometido. Na verdade, comprometiam a posição da igreja na sociedade da altura.
Por muito estranho que pareça, pouca gente na Suécia ouviu falar deles. Nós descobrimos através de uma carta que esteve escondida durante 500 anos e tem sido passada de geração em geração.

E tudo isso é realmente verdade? Aconteceu mesmo com os vossos antepassados?
Os créditos pela criação da banda não podem ser só nossos (risos)

Passados 500 anos, a história e a sonoridade da nova orquestra é completamente diferente. Apresenta-nos os Diablo Swing Orchestra desta nova era.
Os Diablo Swing Orchestra são formados por:
Annloice Loegdlund na voz
Daniel Håkansson na guitarra e voz
Pontus Mantefors na guitarra e efeitos
Anders Johansson no baixo
Johannes Bergion no violoncelo
Andreas Halvardsson na bateria

O Pontus e eu conhecemo-nos numa loja de música em Estocolmo em 2003. Começamos a falar um com o outro por mera coincidência e vimos que ambos tínhamos recebido cartas estranhas sobre a “Devil’s Orchestra” e em como os seus descendentes deveriam reuni-la de novo e uma vez mais espalhar a sua música provocante.
Dito e feito, após alguma procura encontramos o resto do grupo e começou então a tarefa de compor e decidirmos que rumo o nosso som iria seguir.

Segundo nos contas, há meio século atrás a Diablo Swing era tida quase como obscena pela sociedade em que se inseria. Vocês vêm-se também um pouco assim?
Bem, a verdade é que levamos uma vida muito mais confortável que os nossos antepassados e podemos ser considerados como espectadores das injustiças do mundo atual e não vítimas como eles foram. Felizmente, hoje em dia a tolerância a nível de criatividade na música é muito maior.
Sentimos que as pessoas deixaram de se contentar com o que as massas têm para lhes oferecer e procuram cada vez mais algo novo na música. Não queremos passar nenhuma mensagem política com a nossa música mas gostávamos de fazer com que quem nos ouça consiga esquecer do stress do quotidiano, esperamos poder inspirar as pessoas, tanto musicalmente como na vida em geral.

O que se pode encontrar nos vossos textos?
As nossas letras centram-se sobretudo em reflexões sobre assuntos com os quais nós enquanto indivíduos temos que nos debater. Acima de tudo, penso que as letras têm que significar algo para quem as escreve. Não nos importamos se as outras pessoas as interpretam de outra forma, à sua maneira.

E todo o trabalho de composição, letras, “confusão” é um trabalho de grupo ou existe um gênio por detrás de tudo isso?
Para este disco a grande parte da composição ficou a meu cargo. No entanto, com este primeiro disco encontramos a nossa identidade musical e nos próximos registros toda a banda irá contribuir para todo o processo de escrita.

A veia mais avant-garde na sonoridade mais pesada tem emergido com alguma importância nos últimos anos. Existe alguma do gênero que faça parte da tua playlist?
Unexpect e To-Mera são sem dúvida bandas que rodam muitas vezes no leitor de CDs.

Suponho que para haver uma “confusão” tão grande no vosso som, as influências de cada um variem bastante. Há alguma banda ou situação que vejas como grande influência no vosso som?
Posso dizer que a banda sonora do filme The Trio from Bellville tenha sido uma grande influência visto que era o que mais rodava quando da composição do álbum
Têm-nos dito que o nosso som soa algo esquizto mas achamos que somos bem coerentes. Todas as músicas têm uma idéia base e ao contrário de outras bandas, exploramos apenas essa idéia em cada uma delas, ao invés de incorporar várias partes numa faixa. É verdade que talvez não usemos combinações de gêneros musicais muito comuns mas mantemos essa combinação durante toda a música. Por isso talvez por aí possamos dizer que somos “mainstream avant-garde” (risos)


Sendo vocês uma banda recente e com uma sonoridade algo difícil, como foi a tarefa de arranjar uma editora para lançar o The Butcher’s Ballroom?
Bem, a verdade é que não procuremos muito. Conversamos com algumas editoras mas ao fim de algum tempo sentimos que éramos capazes de lançar o álbum por nós próprias e provar que éramos capazes de o fazer bem. Por isso lançamos o álbum através da nossa própria editora. Contudo, agora temos tido algumas propostas de uma editora que nos tem parecido bastante prometedora.

E como está a ser a sua promoção? Têm tido feedback a nível mais nacional ou também internacional?
A resposta principal tem vindo de fora da Suécia e tem sido bastante positiva. No início chegamos a pensar que as pessoas nos iriam simplesmente meter no mesmo saco que uns Nightwish ou Within Temptation mas felizmente não foi de todo esse o caso. A maioria das pessoas considera o álbum como um sopro de ar fresco dentro do género.

Quanto a concertos, que palcos têm pisado os Diablo Swing Orchestra?
Temos dado alguns concertos mas até agora só na Suécia. Claro que planejamos sair daqui e atuar um pouco por toda a parte mas esse é um processo demorado.

Como é levar esta orquestra a tocar ao vivo?
A versão “ao vivo” dos D:S:O é muito mais enérgica e também muito mais crua que em estúdio. Em palco não tentamos de todo soar como no álbum e tendo em conta que não usamos backing tracks isso seria mesmo impossível, teríamos que ser 10 ou 11 pessoas e por enquanto somos só 7. Temos tido a ajuda de um amigo nosso no trompete e o Johannes (violoncelo) tem feito as partes de piano/teclados ao vivo. Penso que o melhor termo para nos descrever em palco é mesmo “energéticos”.


Para lançar um disco como o que mandaram para fora em 2006 suponho que criatividade não vos falte. Para quando podemos esperar novo trabalho por parte dos Diablo Swing Orchestra?
Evolução! Para além do Pontus e do Andy, nenhum de nós tinha experiência em estúdio. O processo de realização do The Butcher’s Ballroom serviu para definirmos a nossa identidade. Estamos todos na mesma onda e sabemos onde queremos levar a banda no futuro.

Sempre com o feeling boêmio e extravagante ou irão surgir mudanças drásticas?
A base da nossa música não irá mudar e os ingredientes serão sempre os mesmos. Uma coisa de que temos já a certeza é que o violoncelo irá ter um papel muito mais importante no próximo disco – algo que já temos vindo a concretizar nos nossos concertos. Iremos também inserir alguns instrumentos novos no sucessor do The Butcher’s Ballroom.

Para além disso, o que têm previsto para 2007?
Esperemos que muitas atuações ao vivo, possivelmente um vídeo e… a conquista do mundo! (risos)

Últimas palavras…
Queremos agradecer-te por esta oportunidade e convidar todos os leitores a visitarem o nosso fórum (www.diabloswing.com/forum), onde poderão fazer-nos mais perguntas.

Aesma Daeva

Aesma Daeva

Biografia

Aesma Daeva formed out of the early collaboration of Nick Copernicus (production) and John Prassas (guitars, composition) in La Crosse, Wisconsin circa 1998 . Their original projects, Copernicus’ “0dark:30” and Prassas’ “162” saw them working together on a remix of the 162 song “Darkness” for COP International compilation disc Diva-X-Machina II. As their project began taking a new shape, classically trained guitarist John Prassas and Nick Copernicus then enlisted the help of another classically trained artist, Rebecca Cords. Along with a second new track “Stay,” Aesma Daeva caught the eye of Accession records of Germany, who published their first full length album “Here Lies One Whose Name Was Written In Water”. At this point, Aesma Daeva, the operatic, symphonic, metal band, took official shape. The original female operatic vocals were performed by Rebecca Cords, all composition and guitar was performed by John Prassas, with production and other work done by Nick Copernicus.

After the release of their first album, Rebecca Cords departed from the band and Melissa Ferlaak (along with two other temporary vocalists) began recording with Aesma Daeva for their second album “The Eros of Frigid Beauty.” After the release of Aesma Daeva’s second album “The Eros of Frigid Beauty” in 2002, demand for live music soon drove John Prassas to find musicians capable of portraying the complex music best on a stage.

In January of 2002, John Prassas asked Earl Root to play guitar at his side, Craig Ohren to offer drum assistance (while also tweaking some older songs’ drum pieces), and Melissa Ferlaak to sing for live performances. The band started off playing a small venue: June 2002 saw them debuting at a small St. Paul, Minnesota club, but things quickly increased Aesma Daeva’s prestige as they played Metalfest in Milwaukee, Wisconsin. Such metal magazines as Unrestrained!, Terrorizer, and Metal Maniacs deemed Aesma Daeva “One of the Highlights of Metalfest 2002.” Later, in August of 2002, Aesma Daeva journeyed to Mexico for Festival Obscuro IV (presented by Dilemma Entertainment) to play along such acts as Tristania, Maldorar, and HIM.

2004 saw some line-up changes that included replacing Craig with drummer Tim Klatt and adding performing bass player Eden Taylor, who in 2005 was replaced by Christopher Quinn. The line-up has begun to solidify.

In the Autumn of 2005, Root of All Evil records put out Ex Libris, a collection of outtakes from the past few years, as a stop gap release to satiate fans’ enthusiasm for the band’s next album. It is limited to 200 copies and features several videos of live performances taken from a March 2005 show in addition to a unique polariod taken by each band member.

On October 11, 2005, it was announced[1] that singer Melissa Ferlaak was leaving to join the Austrian band Visions of Atlantis. Her final show with Aesma Daeva was in December 2005 at the Star Central club in Minnesota. The concert was filmed for the DVD, Last Rites, which is currently set for a March 2007 release.[2]

The band’s fourth album Dawn Of The New Athens, featuring new vocalist Lori Lewis and produced by Neil Kernon, is scheduled for a January 2007 release.[2] Some of the new songs that were previously performed live with Melissa appear on the album include “The Tisza” [1] and “Since The Machine”. [2] These tracks were recorded with Lori singing the leads.

In early 2007 Lori began to tour with Therion to help them support their current release “Gothic Kabbala”. She holds double duty as a touring musician for Therion and the front singer for Aesma Daeva.

To support the new album, a Fall 2007 tour with Therion as the headliner is tentatively scheduled.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Lacrimosa

Lacrimosa

Biografia

Lacrimosa é um dueto liderado pelo alemão Tilo Wolff, o principal compositor, e a finlandesa Anne Nurmi, atualmente residentes na Suíça. O gênero musical de Lacrimosa era o Darkwave ou rather downright gothic. Desde 1993, seu estilo voltou-se mais para o symphonic metal e o gothic metal. Seu estilo musical mistura o heavy metal e o gothic rock junto ao violino, a trombeta e outros instrumentos clássicos, embora seu desenvolvimento musical no decorrer dos anos, levou também à mudanças na parte instrumental. As letras de Lacrimosa são em grande parte escritas na língua alemã, no entanto, desde 1995 com o lançamento do álbum Inferno, cada novo álbum continha uma ou duas músicas em inglês, geralmente escritas por Anne Nurmi. O finlandês também apareceu na introdução falada de duas canções (Schakal do album Inferno e The Turning Point de Elodia) e em Vankina, uma Bonus Track de uma edição limitada do álbum Fassade. As letras geralmente falam sobre solidão, tristeza, escuridão, desespero e amor.

Para falarmos da banda Lacrimosa, temos que conhecer Tilo Wolff. Alemão de Frankfurt, Tilo nasceu em 10 de julho de 1972, e desde a infância deixava nítida sua imensa capacidade artística. Aos 12 anos, Tilo teve sua poesia publicada em diversas revistas de literatura. Estudou piano e trompete, chegando a se apresentar em concertos na Alemanha. Em 1989, editou uma revista musical e em 1990, aos 18 anos, lançou seu primeiro single com duas faixas intitulado Clamor, que se esgotou em pouco tempo.

Lacrimosa foi nome adotado inspirado em Réquiem, de Mozart; nome de base latina que significa Banhado em Lágrimas ou Aflito. A figura do Arlequim se tornou a marca e o estilo da banda sintetizado. Segundo Tilo Wolff: “É um símbolo. Uma apresentação cômica da música. Está presente em todos os sentimentos das nossas canções”. Assim, a atmosfera sombria e os arranjos clássicos das músicas, fundiam-se com a proposta gótica da expressão de Tilo Wolff.

No ano de 1990, o desprezo das gravadoras pelas músicas alternativas levou Tilo a criar o próprio selo, Hall of Sermon, que viria a abrigar artistas como Dreams of Sanity e Artrosis.

Angst (Medo) foi o primeiro álbum oficial lançado, concretizando os ideais primitivos iniciados com o single Clamor. O disco chegava com letras repletas de drama e o lirismo dos arranjos fortemente influenciados pela música clássica. Este álbum foi muito bem aceito no cenário gótico alemão e posteriormente por toda a Europa.

Einsamkeit, que significa Solidão, foi o segundo álbum lançado em 1992, completando o trabalho anterior. No ano seguinte, Alles Lüge (Tudo Mentira) é lançado como single trazendo quatro faixas que eram o prenúncio do próximo e excelente álbum Satura, que chegaria ao público no mesmo ano com a melancolia e o lirismo característicos. Em 1994 é lançado o single Schakal.

Na turnê de Satura, Tilo convida a finlandesa Anne Nurmi (ex integrante da banda Two Witches) para que participe das apresentações ao vivo. O resultado foi tão bom que Anne passou a integrar definitivamente o Lacrimosa.

O álbum Inferno de 1995, já contava com a voz suave de Anne, e foram acrescentados instrumentos sinfônicos. Este trabalho foi considerado o mais agressivo até aquele momento. Porém, muito bem aceito. O primeiro grande sucesso, Copycat, foi gravado neste álbum.

Inferno repercutiu fortemente no cenário musical alemão. Não ficou restrito apenas aos circuitos alternativos. A partir daí, o Lacrimosa alcançou um público maior e passou a influenciar outros artistas. The Clips 1993-1995 foi a primeira concepção visual das canções Satura, Schakal e Copycat.

Em 1996, Tilo recebe da revista alemã Zillo, o prêmio Alternative Rock Music Award. No mesmo ano, o single Stolzes Herz (Coração Orgulhoso) é lançado com duas versões da faixa título. Em 1997 foi lançado o álbum Stille (Silêncio), com uma sonoridade mais pesada aliada a orquestração clássica. O vídeo Silent Clips trazia os clipes de Stolzes Herz, Not Every Paint Hurts, Siehst du Mich im Licht?, e seus Making Off’s. Um ano após, a banda dá um presente aos fãs com o CD ao vivo Live. Em 1999 chega ao público mais um single: Alleine Zu Zweit (Juntos e Sozinhos), que conta com a participação da orquestra sinfônica de Londres.

O CD Elodia é uma Ópera Rock que traz na terceira faixa a belíssima Halt Mich. O álbum é dividido em três atos, e narra a história de um relacionamento que chega ao fim. Portanto, é uma alusão à semideusa do amor Elodia, que é fadada ao fracasso.

Para comemorar o décimo aniversário foi lançado o vídeo The Live History 2000. Com várias apresentações ao vivo de toda a carreira da banda. Este vídeo tem em sua maioria exibições gravadas no Wave Gothic Festival, realizado na Alemanha.

Em Agosto de 2001, o Lacrimosa lança o single Der Morgen Danach (A Manhã Seguinte), que corresponde diretamente ao trabalho anterior, Elodia. Ainda no mesmo ano, Fassade (Fachada) é lançado trazendo a faixa Liebesspiel (Jogo de Amor) para atingir em cheio os seguidores do Heavy Metal.

O single Durch Nacht und Flut foi lançado em 2002 com apenas quatro faixas, mas obteve uma ótima repercussão. Este single preparava os fãs para o grande lançamento do ano seguinte. Finalmente, em janeiro de 2003 foi lançado o álbum Echos, com a faixa que dava nome ao single anterior. Echos é considerado um dos melhores trabalhos do Lacrimosa, onde todas as influências Heavy e clássicas de Tilo, foram condensadas numa mesma obra.

Em 2005, os fãs tiveram o prazer de conhecer o 11º álbum da banda. Lichtgestalt (Criatura de Luz) foi lançado em maio e traz oito faixas escritas e orquestradas por Tilo Wolff, com exceção da última, Hohelied der Liebe, da qual a letra é um trecho da Bíblia.

Lacrimosa é uma banda que traz a melancolia intríseca em suas canções. O lirismo dos temas e a linguagem poética fazem desta banda uma das maiores referências do cenário gótico mundial.


DISCOGRAFIA

—Albums—

* 1991 - Angst
* 1992 - Einsamkeit
* 1993 - Satura
* 1995 - Inferno
* 1997 - Stille
* 1999 - Elodia
* 2001 - Fassade
* 2003 - Echos
* 2005 - Lichtgestalt

—Live albums—

* 1998 - Live (2 CD)
* 2007 - Lichtjahre (2 CD)

—Singles—

* 1990 - Clamor (DEMO)
* 1993 - Alles Lüge
* 1994 - Schakal
* 1996 - Stolzes Herz
* 1999 - Alleine zu Zweit
* 2001 - Der Morgen Danach
* 2002 - Durch Nacht und Flut
* 2005 - Lichtgestalten EP

VIDEOGRAFIA

—VHS—

* 1995 - The Clips 1993-1995
* 1997 - Silent Clips

—DVD—

* 2000 - The Live History
* 2005 - Musikkurzfilme
* 2007 - Lichtjahre

The Gatering

The Gathering

Biografia

Formada em 1989, na pequena cidade de Oss, Países Baixos, tinha uma proposta voltada para o metal extremo, com nítidas influências dos grupos Hellhammer e Celtic Frost. The Gathering é atualmente um dos ícones de uma das facetas do rock que mais se expandem e que a imprensa rotulou de music.

O título já se estabeleceu. São bandas que desenvolvem sons mais calmos, melodiosos, lentos, beirando as fronteiras da new age, mas sem tanta ênfase nas partes eletrônicas e com raízes metal bastante aparentes.

Em junho de 1992 a história do The Gathering teve o passo inicial com o lançamento de Always…, um disco que teve muita aceitação no fervilhante mercado do metal na Europa. Mas algo incomodava René Rutten, líder e guitarrista do grupo, que ainda estava descontente com a linha musical adotada, com muito peso. Por isso, Almost a Dance, o disco seguinte já foi um trabalho menos calcado em guitarras, o que resultou na conquista de novos públicos.

Ainda descontente, Rutten queria inovar na parte vocal do The Gathering. Foi aí que apareceu a bela figura de Anneke Van Giersbergen, uma talentosa jovem de 21 anos que era amiga de um conhecido do grupo, uma pessoa que já havia falado da banda para ela assim que “Always” foi lançado. Anneke nunca havia se interessado em ir aos shows do The Gathering, até porque ela nunca foi fã de metal mais pesado. Mas quando o mesmo amigo a avisou que Rutten precisava de alguém para assumir os vocais da banda, o encontro foi inevitável.

Sua personalidade e visão musical encaixaram-se facilmente no grupo. Com ela também afloraram outras influências até então mal aproveitadas e o The Gathering assumiu suas raízes menos agressivas, principalmente Pink Floyd e Dead Can Dance, além de destacar mais a voz de Anneke, que passou a compor quase todas as letras.

A banda assinou contrato com a gravadora alemã Century Media e lançou Mandylion em 1996, com a produção feita por Waldemar Sorychta (que já havia produzido Tiamat, Moonspell e Sentenced, entre outros). O disco já apresentou os primeiros sinais da mudança desejada, mas ainda trazia resquícios dos seus antecessores. O ano foi dedicado aos shows pela Europa, incluindo participações em grandes festivais, como o Dynamo Open Air e o Pink Pop.

No ano seguinte, a banda voltou ao estúdio e compôs o excelente Nighttime Birds, um CD carregado de momentos transcendentais e intimistas. Um trabalho exemplar e fundamental para a cena da música atmosférica. Anneke chegou a compor alguns arranjos para guitarra na faixa Shrink, mas durante a edição final, optou-se por fazê-los com teclados.

A criatividade do The Gathering - que reúne também o irmão de René, Hans Rutten, na bateria; Hugo Prinsen Geerligs no baixo e Frank Boeijen nos teclados e na programação - iniciou uma escalada incontrolável e, um ano e meio depois, How to Measure a Planet? chegou às lojas do mundo todo.

A produção desta vez coube a Attie Bauw (responsável por discos do Fight e Scorpions), que guiou o grupo na difícil tarefa de compor um álbum duplo, no caso, o primeiro de estúdio lançado pela Century Media. Nesta fase, a banda perdeu o guitarrista Jelmer Wiersma, que se cansou do estilo e pediu as contas. A separação foi amigável e ele ainda mantém contato com os ex-parceiros. Atualmente, Wiersma vem trabalhando com música eletrônica e como engenheiro de som.

“How To Measure A Planet?” causou certa surpresa não só pelo fato de ser duplo, mas, também, por flertar levemente com influências ainda mais leves. Não faltaram comparações com bandas como Massive Attack e Radiohead que, por sinal, é assumidamente um dos preferidos de Anneke. Na parte lírica também surgiram mudanças, já que a vocalista passou a falar sobre vários outros temas em geral.

No tour, a banda teve a chance de tocar nos Estados Unidos. Mas as expectativas não se cumpriram por completo, já que muitos problemas aconteceram durante a viagem, com um show sendo cancelado simplesmente porque o retorno de som não funcionava no palco. Além das falhas no sistema de amplificação, o conjunto ainda se decepcionou mais quando chegou ao Colorado. Cansados de uma extensa viagem, foram surpreendidos ao chegar no local e não encontrarem sequer alguém da produção do show para recepcioná-los. Sem comida ou água, estafados com o forte calor, os músicos sentiram-se tratados como animais.

Apesar disso, todos sentiram que era hora de coroar a fase com um algo a mais. Rutten não teve dúvidas, definiu que era chegado o momento para um registro oficial ao vivo. Superheat retrata bem as grandes performances em shows, quer seja em festivais enormes ou em pequenos clubes. Baseado principalmente nos dois álbuns antecessores, “Superheat” deixou de lado muitas faixas mais antigas por pura inexistência de material gravado com qualidade suficiente para um disco ao vivo. A banda lamenta o fato, mas preferiu oferecer as gravações de shows mais recentes, em apresentações específicas para o disco.

A criatividade estava transbordando e, depois de lançarem “How To Measure A Planet?” e “Superheat” em 1999, os integrantes do The Gathering já voltaram ao estúdio. Em if_then_else, que chegou às lojas em julho do ano 2000, Rutten pôde ousar mais ainda, fazendo as gravações em dois pequenos estúdios na Holanda, com todas as faixas sendo tocadas em um só take. Tudo ficou praticamente “ao vivo” no disco, que explora com maestria as canções calmas, algumas experimentações com sons eletrônicos e doses discretas do peso metálico.

Atravessando uma etapa delicada em sua vida pessoal, Anneke também experimentou algumas mudanças em sua forma de cantar e compor. O término de seu noivado refletiu muito em algumas letras, com a cantora trabalhando até 15 horas por dia no estúdio. O esforço resultou em um disco bem pessoal, de alto nível, além de ter enchido de esperanças muitos fãs. Charmosa e dona de uma voz por vezes angelical, Anneke arrebata muitos corações ao redor do mundo, recebendo muitas cartas, algumas discretas, outras apaixonadas. Ela até já se acostumou com as propostas de casamento que volta e meia chegam às suas mãos pelo correio.

Recentemente, Anneke deixou o The Gathering, deixando milhares de fãs inconsoláveis. Alegou ter vontade de seguir com seu projeto novo, Agua de Annique. Não houve tensão em sua saída, apenas muita tristeza.

Membros atuais do The Gathering:
René Rutten - Guitarra
Hans Rutten - Bateria e Percussão
Marjolein Kooijman - Baixo
Frank Boeijen - Teclados e Programação

Antigos membros do The Gathering:
Bart Smits - Vocais
Marike Groot - Vocais
Niels Duffhuës - Vocais e Guitarra acústica
Martine Van Loon - Vocais
Jelmer Wiersma - Guitarra
Hugo Prinsen Geerlings - Baixo
Anneke van Giersbergen - Vocais

Octavia Sperati

Octavia SPERATI



Octavia SPERATI, anteriores [citação necessários] conhecido como Octavia, é um metal gótico / metal band castigo de Bergen, Noruega.

O grupo lançado álbum Winter Enclosure sua estréia em 2005. Seu segundo álbum, Grace Submerged (2007), foi lançado em maio de 2007. Ambos os álbuns foram liberados pela Candlelight Records [1], e à liberação de cada um foi seguido por uma turnê no Reino Unido [2]. Esta banda está neste momento a todas as mulheres à excepção de seu baterista, Ivar alver.


Discografia

* Guilty (demo) (2002)
* Winter Enclosure (2005)
* Grace Submerged (2007)

Pessoal

* Silje Wergeland - vocais
* Bodil Myklebust - guitarra
* Gyri S. Losnegaard - guitarra
* Trine C. Johansen - guitarra baixo
* Tone Midtgaard - teclados
* Ivar alver - bateria

Ex-membros

* Silje Røyseth (2000-2001) - bateria
Larsen * Hege (2001-2004) - bateria
* Christoffer Risbakk Vegsund (2004-2006) - bateria

Autumn

Biografia
"Eles dizem que o tempo muda coisas, mas na verdade você tem que mudá-las você mesmo."

Andy Warhol

My New Time significa um novo começo para o Outono, uma banda que sempre se destacou no seio da superlotados gênero feminino frentes de bandas de rock, com o lançamento do seu terceiro CD eles distinguem-se ainda mais dos seus concorrentes; Outono entregar algo original, são tudo mas clichê e acrescentar que pouco de groove extra para as suas canções. Após a liberação do seu bem sucedido álbum Summer's End, a banda passou por algumas mudanças significativas line-up. A mudança, no sentido de progressão, é o tema recorrente sobre o novo álbum. Diz guitarrista Jens van der Valk: "Durante os últimos dois anos, a nossa situação tem sido marcada por mudanças, o que nos obrigou a olhar em frente, encontrar o nosso próprio caminho e dar um toque positivo para as coisas que têm sofrido. My New Time é o resultado do que isso. " Singer Nienke de Jong acrescenta: "Este registro teve de ser feita para anunciar um novo tempo".

Com a nova banda membros Mats van der Valk (guitarras), Jan Munnik (teclados) en Jerome Vrielink (baixista), 2007 vê o último Outono line-up. Um inesperados, especialmente após a partida repentina do fundador e baixista jogador Meindert Sterk, que era um verdadeiro retrocesso. Para muitos, Meindert era a encarnação de Outono. Jens: "Mas desde que tínhamos tantos grandes planos para o futuro, estamos decididos a não chamar-lhe sai, mas sim reforçar o line-up, selecionando as pessoas que dão corpo e abraçar a nova Outono".

Mats van der Valk, que já aderiram à banda durante a turnê Summer's End, é um activo por causa do seu songwriting habilidades e seu ardente ambição. Jerome Vrielink da poderosa e sustentar bass partes prestar a banda com o groove que tem faltado até agora. Ele abordagens música de rock & roll um ponto de vista e está muito em casa no palco. Jan Munnik, teclado jogador no coração e alma, tem suas raízes no rock progressivo. Sua cativante e emocionante melodias melhorar - e expandir - o típico Outono-vibe.

Outono da nova aventura musical é sólido, original e dinâmico. A banda nunca quis limitar-se a um determinado género, e as ambições da atual line-up apenas têm aumentado esse sentimento de liberdade. Nienke: "Este line-up não conhece fronteiras musicais, que nos permitiu voltar para a essência: fazer música, assim como de que, sem qualquer expectativa." Outono ainda tem algum terreno comum com o gótico gênero, mas de uma forma mais 80's-como forma de vaga. Jens: "Nós não somos inspirados por qualquer um estilo particular. My New Time é um melting pot de muitos gêneros, incluindo Stoner rock, metal e nova vaga. Nossa música não pode ser pigeonholed e nós nunca definidos para copiar alguns estilos ou encontrar uma fórmula bem sucedida. "

My New Time é o mais pessoal e intimista Outono-álbum até agora. Que a intimidade necessária uma abordagem totalmente diferente do que o teatro Summer's End, tanto musicalmente e vocally. Nienke sons mais refinado do que nunca. "Eu escolhi a perfeição emoção ao longo deste álbum. Eu rastreado para o microfone, por assim dizer. Ao stripping estabelece os vocais, a essência das canções vieram à superfície," diz Nienke. "No passado, eu tendia a estar em conformidade com o estilo vocal do gênero gótico." Como resultado desta nova abordagem, ela quente, profunda voz através brilha em minha nova Hora e mostra que ela é realmente capaz de suportar.

O processo songwriting mudou também. Considerando que a faixa usada para criar suas músicas tocando nas rehearsal espaço, para que este álbum foi enviado uns aos outros em vez mp3's, todos foram capazes de trabalhar em uma canção no seu próprio ambiente e no seu próprio tempo. Cada canção foi construída camada por camada, que acabou por ser uma maneira rápida e eficaz de trabalho. O resultado: onze faixas incríveis, sólida e simples, mas com ingredientes que requerem algum tempo para afundar pol My New Time é um multicolor paleta de estilos, tempo e ânimo, a partir de um pesado, hypnotising pista como "estado de espírito" (provavelmente o músicas mais pesadas da banda nunca tenha escrito) à melancolia "Esquecer para lembrar" e tudo mais. Que todas as canções têm em comum são aventureiros modalidades, uma característica groove e cativante choruses.

O álbum foi produzido por Arno Krabman no seu Graveland estúdios. A banda elogia Krabman lúdica para a sua maneira de arranjar, usando elaborar efeitos para enriquecer uma canção. Jens: "Arno tem tirado o nosso último bit de reserva e fez-nos experimentar mais. Ele pensa em opostos e não tem medo de experimentar coisas novas." Jochem Jacobs (guitarrista em Texturas) deu ao álbum uma mistura transparente e dinâmica em seu Split Segunda Sound estúdios. O som é intenso e em seu rosto. Jens: "O som já tomou uma forma bastante na fase de pré-produção, mas Arno do regime e da Jochem pesado misturar o tornaram ainda mais poderosa."

Outono formada em 1995 e rapidamente se tornou um importante componente do florescimento neerlandês cena rock gótico. Quando seu álbum debut Lust evoca A Maldição (2002) colocou no mapa Outono além de gênero mates Após Forever e Within Temptation. A banda realizada em festivais como o Dynamo, Lowlands, Waldrock, campos de Rock, Metal Fest Vozes Femininas e M'Era Luna. Além disso, apoiou Outono bandas como Cradle of Filth e Within Temptation em turnês nacionais e internacionais, e fez manchete inúmeros passeios, nos Países Baixos. Seu segundo álbum Summer's End (2004), demonstrou uma maior maturidade que o Outono - lenta mas seguramente - conseguiu escapar dos limites de rock gótico.

Com My New Time Outono não renunciar o seu passado, mas as viagens de um novo rumo com uma mentalidade forte e som idem. Com uma enorme dose de confiança e de elevada qualidade superior canções e um line-up, um futuro brilhante a frente deles. O álbum será lançado mundialmente pela hMetal Blade Records; uma etiqueta que tem os seus pés firmemente plantados no cenário musical pesado e possui uma rede de distribuição e de promoção a nível mundial. Com seu apoio, as fortes colectivamente Outono deverá ser capaz de dar um salto gigantesco internacional. My New Time é o primeiro passo para um futuro promissor.

Membros Atuais:

Marjan Welman - Vocal
Mats van der Valk - Guitarras
Jens van der Valk - Guitarras
Jan Munnik - Teclado
Jerome Vrielink - Baixo
Jan Grijpstra - Bateria

Discografia:

When Lust Evokes the Curse (2002)
Summer's End (2004)
My New Time (2007)

Nile

Nile

Biografia


Nile
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nile

Nile ao vivo no Ozzfest em 27 de Agosto de 2007 em Springfield, Virgínia.
Origem Greenville, Carolina do Sul
País Estados Unidos
Período 1993–atualmente
Gênero(s) Death metal brutal
Death metal técnico
Gravadora(s) Nuclear Blast Records
Relapse Records
Integrantes Karl Sanders
Dallas Toler-Wade
George Kollias
Chris Lollis
Ex-integrantes Jon Vesano
Tony Laureano
Chief Spires
Pete Hammoura
John Ellers
Página oficial www.nile-catacombs.net


Nile é uma banda estadunidense de death metal da Carolina do Sul, formada em 1993. As músicas e letras são inspiradas em mitologia egípcia e mesopotâmica, arte e religião.


Membros

Formação atual

* Karl Sanders – vocal, guitarra, baixo, teclado (1993–atualmente)
* Dallas Toler-Wade – baixo, guitarra, vocal (2000–atualmente)
* George Kollias – bateria, percussão (2004–atualmente)
* Chris Lollis – baixo, vocal (2007–atualmente)

Ex-membros

* Jon Vesano – baixo, vocal (2000–2005)
* Tony Laureano – bateria (2000–2004)
* Chief Spires – baixo, vocal (1993–2001)
* Pete Hammoura – bateria, vocal (1993–2000)
* John Ellers – guitarra (1996–1997)

Artistas convidados

* Derek Roddy − bateria, percussão (no álbum Black Seeds of Vengeance)
* Mike Breazale – vocal de apoio (nos álbuns In Their Darkened Shrines e Annihilation of the Wicked)


Discografia

Álbuns de estúdio

* Amongst the Catacombs of Nephren-Ka (1998)
* Black Seeds of Vengeance (2000)
* In Their Darkened Shrines (2002)
* Annihilation of the Wicked (2005)
* Ithyphallic (2007)

Singles

* “Papyrus Containing the Spell to Preserve Its Possessor Against Attacks From He Who Is in the Water” (2007)

EP

* Festivals of Atonement (1995)
* Ramses Bringer of War (1997)

Coletâneas

* In the Beginning (1999)
* Legacy of the Catacombs (2007)

Outros

* Nile (1994)
* Ramses Bringer of War (1996)

Videografia

Vídeos musicais

* “Execration Text” (2002)
* “Sarcophagus” (2002)
* “Sacrifice Unto Sebek” (2005)
* “Papyrus Containing the Spell to Preserve Its Possessor Against Attacks From He Who Is in the Water” (2007)

Liv Kristine

Liv Kristine

Biografia


Liv Kristine Espenæs Krull (14 de fevereiro de 1976 em Stavanger, Noruega) é a vocalista da banda de simphonic metal e folk metal Leaves’ Eyes, também cantou na banda Theatre of Tragedy, da qual saiu no ano de 2003.

Liv ja fez participações em bandas como Cradle of Filth, Delain e em um tributo a banda Dead Can Dance. Sua irmã mais nova Carmen Elise Espenæs canta na Midnattsol, banda de folk metal nórdico. As duas fazem um dueto na canção “Into Your Light” do primeiro álbum do Leaves’ Eyes, Lovelorn.

Liv Kristine é formada em letras, é casada com o lider da banda Atrocity, Alexander Krull, com quem tem um filho chamado Leon. Seus artistas preferidos são Black Sabbath, Madonna, Cocteau Twins, Tori Amos e Dead Can Dance.

Discografia

Theatre of Tragedy

* Theatre of Tragedy - Demo (1994)
* Theatre of Tragedy (1995)
* Velvet Darkness They Fear (1996)
* A Rose for the Dead - EP (1997)
* Aégis (1998)
* Musique (2000)
* Closure: Live (2001)
* Inperspective - EP (2001)
* Assembly (2002)
* Two Originals - Coletânea (2003)

Singles

* “Der Tanz der Schatten” (1996)
* “Cassandra” (1998)
* “Image” (2000)
* “Machine” (2001)
* “Let You Down” (2002)
* “Envision” (2002)

Leaves’ Eyes

* “Into Your Light” (Single, 2004)
* Lovelorn (2004)
* “Elegy” (Single, 2005)
* Vinland Saga (2005)
* Legend Land (2006)

Solo

* “3am” (Single, 1998)
* Deus ex Machina (1998)
* “Take Good Care” (Single, 1998)
* 3am - Fanedition (1999)
* “One Love” (Single, 1999)
* Fake a Smile (EP, 2006)
* Enter My Religion (2006)